Hoje, dia 07/04 é comemorado o dia dos jornalistas. Então aos BONS JORNALISTAS parabéns!!!
Antigamente, a profissão de repórter era vista como uma profissão digna. O jornalista buscava a verdade e lutava pelas causas de interesse social. O cotidiano, os fatos relatados com a maior imparcialidade possível e, principalmente, baseado na verdade e na ética. Claro que a maçã podre sempre existe, mas a situação piorou depois do advento da internet e da busca incessante pelo Ibope, pelo sensacionalismo, pela audiência. É vergonhoso ver como os fatos são mal apurados, como a busca pela rapidez e pelo dinheiro fez das notícias e o pior de tudo, das pessoas, mercadorias vendidas nas bancas de jornais…
Bom, mas muita gente mostrou o que é fazer jornalismo de verdade e esses merecem todo o nosso respeito: Tom Wolfe, Hunter Thompson, Truman Capote, Gay Talese, Edward Murrow, Mino Carta, Ricardo Kostcho, Caco Barcelos, Heron Domingues e tantos outros, muitos outros que souberam trabalhar com classe e dedicação! Espero realmente que a nova geração (o curso de jornalismo está entre os três mais procurados no país…) faça um trabalho melhor. E para comemorar este dia, selecionei alguns filmes que gosto bastante, que falam de jornalismo e comunicação em geral, sem deixar o tema Vintage, mote deste blog, para trás:
Sabemos que existem muitos outros filmes que vale a pena assistir, então deixem as sugestões ok? Beijokas
Olha gente, sabe que eu estou gostando dessa história de entrevistas e reportagens??? Dessa vez foi uma entrevista para o Jornal da tarde aqui de Sampa para falar sobre compras de roupas pela internet (coisa que nem gosto de fazer…). Foi tudo muito rápido, por telefone e ainda recebi o fotógrafo do jornal no meu trabalho para fazer as fotos na hora da pausa!!! Saiu na edição do JT hoje (19/01/2011) é lógico que já guardei o meu, mas vocês podem ver a matéria no site do JORNAL DA TARDE
Detalhe muitooo importante: A repórter errou o meu nome, Não é FENA e sim SENA… Tirando esse detalhe (primeira aula que temos no curso de jornalismo) acho que ficou bem legal!!!
Oi pessoal, lembram que falei por aqui que estava produzindo algumas matérias para TV? Pois é, aqui está uma delas!
Gravei esta matéria para o programa “Repórter Universitário” da Band News no mês de dezembro. Ela foi ao ar em janeiro deste ano, mas não consegui ver na TV, então para quem, assim como eu, também não assistiu, vou colocá-la aqui para vocês darem uma espiada. Sinceramente não gosto de aparecer na câmera, prefiro a pauta, a apuração, o roteiro, a edição, mas até que não ficou tão ruim né? Esta foi produzida pela Vania e pela Jéssica. Logo mais vou postar também as próximas matérias que estão em fase de produção, mas ainda não foram para o ar!
Por favor, deixem os comentários sobre o que acharam ok? Outra coisa, eu também já falei aqui que sempre uso os temas retrôs e que permeiam os anos 40 e 50 que tanto adoro como pautas para os meus trabalhos da faculdade, com esta matéria não foi diferente, e o tema?? Pin-ups claro:
Esta matéria foi escrita originalmente para a revista RETRÔ MAGAZINE Nº 1 que produzimos na faculdade (como falei aqui). A autora é a Miss Tequila!!! Deu para perceber que adoramos Hot Rod???
Mais do que apenas carros antigos, os Hot Rod’s representam toda a rebeldia de uma época. No final da década de 40, os jovens soldados americanos combatentes na Segunda Guerra Mundial, retornavam às suas casas com dinheiro no bolso e vasto conhecimento de mecânica. Ao invés de ter um carro da moda, esses soldados resolveram inovar e comprar carrocerias de carros das décadas de 1930 e 1940 e aplicar toda a técnica adquirida durante a guerra.
A intenção era tornar os carros muito mais velozes. As rodas e os pneus eram modificados, as traseiras alargadas para melhorar a tração e manipulação dos veículos. Cada carroceria tem um estilo diferente. As mais comuns na época eram as “coupes” que tem o interior mais reduzido, as “roadsters” são as conversíveis, um modelo muito desejado, já que possui um peso menor do que os outros modelos, ideal para os Hots. As pick-ups e as carrocerias estilo sedan, que podem ter duas ou quatro portas. Em um projeto de Hot é preferível o duas portas, a parte lateral fica com um visual mais limpo. Os modelos da década de 1930 normalmente não possuem porta malas pois usavam um externo.
Motor V8
Willy coupe. modelo do inicio da decada de 1940
Hot com modelo de carroceria roadster
Ford Hot Rod
Os motores também eram ajustados ou substituídos por outro mais poderoso. O mais popular é o motor V8, um modelo com maior número de cilindros, que traz muito mais potência aos carros.
Além das modificações técnicas para tornar os carros mais velozes, os jovens ansiavam por deixar seus carros mais particulares e aplicavam pinturas nos veículos, como a conhecida pintura de labaredas nas laterais. A esta técnica, de desenhar traços finos utilizando pincéis dá–se o nome de pinstriping, que surgiu muito tempo antes dos hot rods mas foi inserida na cultura e aperfeiçoada por artista como Von Dutch e ed “big daddy” roth com o seu rat fink.
Eram organizadas corridas em lagos secos, leitos de rio e em pequenos aeroportos militares desativados, o que não demorou muito para chamar a atenção. A cultura cresceu e ainda hoje é forte em muitos países.
Além dos Hot Rods, dentre os antigos também é possível classificar os Muscle Cars, que são os carros do final da década de sessenta, aparentam agressividade, são “robustos” e potentes. O Street Rod é um Hot Rod de passeio. Montar um hot hoje sai muito caro e, mesmo assim, os donos não utilizam os carros no dia a dia pelo risco de causar algum dano no veículo, por isso surgiu o Street rod, o rod de rua mesmo, o carro é modificado, mas não tanto quanto um Hot, ele é projetado para ser utilizado.
No que se refere ao desempenho, os Rat Rods passam pelas mesmas modificações que um Hot passa, mas no acabamento são completamente diferentes. Os rats parecem carros inacabados, sua carroceria fica sem pintura com aparência de carro abandonado, mas o projeto sai tão ou até mais caro que um hot. Já o primeiro modelo de fusca é datado do final da década de 1930 , e até hoje desperta paixões pelo mundo. São muitas as modificações possíveis, desde fuscas conversíveis a pick-ups fuscas, e a estes modelos transformados dá- se o nome de hot wolks.
Hot Style 2010
Modelo de Rat Hod
O Hot Rod é o pai do tunning, prática muito comum hoje em dia. A modificação de carros é apenas uma vertente da kultura kustom, uma subcultura que nasceu na década de 50 e envolve carros, tatuagem, moda, pintura, e toda e qualquer customização que possa existir. Aliás, até a expressão “kustom kulture” é modificada, pois as palavras são grafadas com K aos invés de C.
No Brasil existem milhares de amantes da cultura Hot Rod, todos os meses são promovidos eventos em diversas cidades do país. Em São Paulo, além dos encontros de antigomobilismo, também são organizados eventos de Kultura Kustom e específicos de Hot Rod. Em 2008 foi criada a Hot Rod Brasil, que tem por objetivo organizar eventos relacionados aos carros, e encontros mensais.
Este ano a HTB organizou o Hot Style, um evento que teve três dias de duração e reuniu donos de carros, oficinas especializadas, admiradores, além de apresentações musicais, stands de roupas vintage e muito mais, bem aos moldes dos grandes eventos que acontecem pelo mundo afora. Esta foi a primeira edição do evento, mas pelo sucesso, com certeza a primeira de muitas. Contamos também com Eventos como o “Revolução Kustom” entre outros eventos importantes que ocorrem em todo o país!
Espaço para cultura pin-up e vintage, feito para pessoas que adoram décadas passadas e sentem saudade de uma época não vivida!! Aqui as pin-ups não são moda, são um estilo de vida...